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Relatório Symantec 2010 sobre segurança virtual nas empresas: aspectos críticos

SymantecA Symantec divulgou o Relatório 2010 sobre segurança da informação nas empresas, que foi resultado de uma pesquisa com 2100 CIOs, CISOs e gerentes de TI de 27 países, em janeiro de 2010.
Fonte: http://www.symantec.com/pt/br/business
O resultado do relatório pode ser baixado nos links abaixo, referentes, respectivamente, ao mundo todo e à América Latina:
Relatório com resultados globais
Relatório com resultados para a América Latina
Veja abaixo alguns destaques dados pela empresa quanto ao resultado da pesquisa:
1 - 42% das empresas afirmaram que o risco de cyberataques é umas das suas preocupações principais, mais do que desastres naturais, terrorismo e crimes tradicionais todos combinados;
2 - 75% das empresas enfrentaram, nos últimos 12 meses, cyberataques e 36% afirmaram os ataques como “de alguma forma/altamente eficazes”;
3 - 29% das empresas reportaram que os ataques aumentaram nos últimos 12 meses;
4 - As três maiores perdas relatadas com os ataques foram:

  • roubo de propriedade intelectual,

  • roubo de dados de cartões de crédito de clientes, e

  • roubo de informações pessoais dos clientes;
5 – As perdas mencionadas pelas empresas foram traduzidas em custos em 92% dos casos, ou seja, na grande maioria dos casos houve perda financeira;
6 - Metade das empresas mencionaram que estão “de alguma forma/extremamente com falta de pessoal”;
7 – Também, falta de orçamento e pessoal qualificado são os maiores problemas de recrutamento, sendo que 66% das empresas entrevistadas estão com a mesma vaga aberta este ano ou têm novas vagas;
8 – As áreas mais impactadas com a falta de pessoal são: segurança de rede (44%) e segurança da mensageria (39%).
A pesquisa na América Latina abrangeu 4 países: Brasil (73 entrevistados), México (51), Argentina (15) e Colômbia (11).
Opto por fazer uma análise quanto ao resultado, embora desconheça o conteúdo completo, apenas baseando-me no que foi divulgado.
Segundo o relatório para a América Latina, o segundo fator de preocupação são os crimes virtuais, ficando com 17%. O que não se sabe é se os 42% de cyberataques não configuram, também, crimes, já que 92% deles teria causado algum prejuízo financeiro. Eis, portanto, o primeiro aspecto e que deixa intrínseco o questionamento quanto à avaliação criminal dos cyberataques.
Outra coisa que não ficou clara é quanto à natureza do cyberataque: negação de serviço, envenenamento de DNS, fraudes, ataques à páginas web etc.
Leia mais sobre o assunto: TI Inside, nesta reportagem de Fevereiro de 2010
Bom, por hoje era só. Leiam os relatórios e tirem suas próprias conclusões a respeito. Se quiserem opinar aqui, deixem seu comentário.

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