terça-feira, 28 de outubro de 2008

Exercício de Vigilância com Alunos-Delegados

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Hoje encerramos, com sucesso, as atividades da cadeira de Investigação e Inteligência Policial para os alunos delegados da ACADEPOL.



Ontem à tarde, a Turma 01 participou de um treinamento de vigilância nas ruas de Porto Alegre.

Destaque para um grupo extremamente participativo em sala de aula e atenta aos conceitos a eles repassados.

Parabéns a esses guerreiros que souberam aplicar, na prática, os conhecimentos a que tiveram acesso durante as poucas horas-aula disponibilizadas a este mestre.





Já hoje pela manhã foi a vez da Turma 02 conhecer, na prática, as técnicas usadas para seguirmos um alvo determinado.

Há que se destacar o empenho desse grupo, que se superou em campo e soube inovar e reagir muito bem frente aos problemas postos.




Parabéns às equipes! Ah, Ricardo, não mandei abordar ninguém na rua, mas essa situação foi importante para o debate.


O desempenho das equipes Alfa a Echo, das duas turmas, foi extremamente eficiente, tanto por se tratar da primeira atividade de rua, baseada nas técnicas de operações de inteligência, quanto pelo empenho do grupo.

Não poderia deixar de referir o sempre resguardo da equipe de servidores e direção da Acadepol, que deu o aporte necessário à realização da atividade. Ainda, agradecer aos policiais civis, tanto do DEIC/PC quanto do GIE/PC e DISP/SSP, que participaram das atividades, ou como alvo ou como contato ou como supervisores das equipes.

Da mesma forma, importante registrar o empenho do Coordenador da disciplina, Dr. Ranolfo Vieira Júnior, para que a atividade tivesse 100% de resultado positivo, assim como o apoio dos Professores Juliano Brasil Ferreira e Heliomar Athaydes Franco.


Abraço a todos!! Emerson

domingo, 26 de outubro de 2008

Encontro de 10 anos da 39ª Turma de Delegados de Polícia

No sábado, 25/10, ocorreu o encontro da nossa turma de delegados, formados e empossados em 1998, na sede da ASDEP com as presenças honrosas do nosso Paraninfo, Dr. Mário Wagner, à época Corregedor-Geral e atualmente Diretor da Acadepol, e do Presidente da Asdep, Dr. Wilson Müller Rodrigues.
Dos 19 formandos da 39ª Turma do Curso Superior de Formação de Delegados de Polícia realizado em 1998 apenas 7 não se fizeram presentes e cujas ausências, justificadas, foram sentidas por todos.
Estivemos lá eu, Tânea, Ranolfo, Sant'Ana, Sabrina, Elaine, Sandra, Carivali, Ivan, Edgar, Salim, Frade e Andrei.
Para nossa alegria estiveram presentes, também, aqueles que já não estão mais na Polícia Civil e traçaram outros rumos para suas carreiras: Salim, Promotor em Guaíba; Ivan, Magistrado em São Lourenço do Sul; e, Edgar, Procurador do Município de Porto Alegre.
Um belo encontro, marcado pelas lembranças do período de Academia e pela trajetória de cada um. Além disso, todos discursaram!!
Parabéns ao Carivali pela organização e pelo espírito agregador!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Adepol questiona lei que aplica norma militar para PMs

Saiu no site do STF, dia 22/10/08:

Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4164) ajuizada pela Associação dos Delegados de Polícia Civil (Adepol) contra a Lei 9.299/96. A norma alterou dispositivos do Código Penal Militar.

A entidade quer evitar que, a partir de interpretação da norma, os membros das Polícias Militares dos estados e do Distrito Federal, em tempos de paz, sejam considerados militares para efeitos penais. E que se considere as Polícias Federal e Civil dos estados competentes para a instauração de inquérito policial.

A Adepol sustenta que a norma questionada, que alterou dispositivos do Decreto-Lei 1.001/69 - Código Penal Militar -, "atenta flagrantemente contra o inciso IV do parágrafo 1º e parágrafo 4º, ambos do artigo 144 da Carta da República". Isso porque nos crimes militares dolosos contra a vida, a investigação da polícia tem no inquérito policial, e não no IPM, o instrumento de sua formalização, argumenta a associação.

No entender da associação, o inquérito policial seria a peça constitucionalmente adequada para a investigação dos crimes militares dolosos contra a vida, em tempos de paz. Seus elementos instrutórios permitem, depois de instruída a competente ação penal pública, o devido julgamento pelo Tribunal do Júri, conclui a Adepol.

O relator da ação é o ministro Cezar Peluso.

MB/LF

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Ainda sobre Crimes Cibernéticos

Gostaria de deixar registrado o sucesso e o reconhecimento em relação ao Curso de Crimes Praticados pela Internet, promovido pela ACADEPOL/RS com apoio da SENASP/MJ, bem como a repercussão que está havendo na imprensa, conforme o vídeo de uma reportagem referente à Segunda Edição, realizada em Erechim/RS.




Da mesma forma, para os que passaram por este curso e para os que passarão, teremos uma outra ferramenta de apoio, que é um Fórum específico dos alunos e interessados, cujo endereço e dados vou postar nos próximos dias. Esse ambiente está sendo criado pelo agente policial e Monitor/Professor do curso, Luís Fernando Bittencourt.

A cada curso o nosso "Mestre" Meirelles (APF Rogério Nogueira Meirelles) traz novidades, as quais podemos repassar aos ex-alunos através do citado Fórum e do constante contato através de e-mails.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Crimes Cibernéticos - Quarta Edição


Gostaria de deixar registrado a realização da quarta edição do Curso de Crimes Praticados Pela Internet entre os dias 07 e 09 de outubro, na sede da Acadepol/RS, cuja abertura contou com a presença do Chefe de Polícia, Dr. Pedro Rodrigues, e do Diretor da Academia, Dr. Mário Wagner, dentre outros.
O curso contou com participantes enviados pela SENASP/MJ, dentre eles policiais de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, além de policiais federais e integrantes da Polícia Civil Gaúcha.
A próxima edição ocorrerá, entre os dias 04 a 06 de novembro, na Região Policial de Santa Rosa e incluirá agentes de outras duas Regiões Policiais: Santo Ângelo e Três Passos.
Já temos planejada a Sexta Edição, em Porto Alegre, ainda para este ano e, além disso, mais 13 edições para o ano de 2009, abrangendo todas Regiões Policiais (DPM e DPI), Departamentos e Área de Inteligência.

domingo, 19 de outubro de 2008

Uma vida de presente

Uma vida de presente, por Estella Maris Simon*

Por mais que as poderosas ferramentas do marketing contemporâneo nos bombardeiem com mensagens comerciais acerca do Dia das Crianças, e da importância de fazer uma criança feliz com brinquedos comprados em shopping centers, há presentes de muito mais valor e de custo praticamente zero: são os valores de vida.

Historicamente, os valores pelos quais pautamos nossas vidas eram transmitidos pela chamada tríade da difusão cultural: família, escola e igreja. Esta última vem perdendo espaço, cada vez mais, para a mídia. A tendência reforça a importância de a escola, mas sobretudo de a família, cumprir seu papel de educador de nossas crianças. E essa educação se dá, normalmente, pelos exemplos. Ao presenciar a atitude e a postura de seus pais no trânsito – como dirigem, atravessam a rua ou realizam qualquer ação –, as crianças estão tendo uma aula de como devem se portar.

Muito provavelmente a correria do dia-a-dia, sobretudo quando um terço dos lares brasileiros já é chefiado por uma mulher, leva os pais a quererem “terceirizar” a educação de seus filhos para as escolas. A expectativa é de que essas instituições, além de conteúdos, transmitam e construam os valores que nossas crianças necessitam para se tornarem cidadãos responsáveis no futuro breve. Uma pesquisa do início dos anos 2000 mostrou que o tempo médio de convivência de um executivo com seus filhos é de sete minutos por dia e, nesse contexto, fica realmente difícil construir valores em família. Difícil, mas não impossível.

Se o risco de acidentes de trânsito aumenta na faixa dos oito aos nove anos de idade, como mostram as estatísticas, é sobremaneira importante que elas tenham de casa as noções básicas de como sobreviver a esse ambiente por vezes inóspito e cruel. Não é preciso necessariamente assustar, mas pelo menos conscientizar, pois elas não crêem na morte, uma vez que nos desenhos animados os personagens passam por todo tipo de situação perigosa sem maiores conseqüências. Assim, em vez de falar em morte, é melhor dizer que vai se machucar muito e que vai doer bastante, em caso de um acidente, e assim a rua não é lugar apropriado para brincadeiras.

Mas palavras são vazias se não estiverem acompanhadas de atos seguros por parte de nós, adultos. É preciso se comportar como um pai, uma mãe, um familiar, que zela verdadeiramente pela segurança e cidadania no trânsito, e é nesse exemplo que as crianças vão reparar. Por isso, no Dia da Criança, dê uma lição de vida a seus filhos. Afinal, o melhor presente é dar um futuro.

*DIRETORA-PRESIDENTE DO DETRAN/RS

PUBLICADO NO JORNAL ZERO HORA DE 09/10/2008

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Atividade de Inteligência e Atitudes

Bom dia!!

Estou iniciando meu blog com uma mensagem que já rola a internet há muito tempo. Ela é de autor desconhecido e tem o título "Carroça Vazia". Ei-la:

"Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida.

Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito, que têm certas pessoas, de interromper a conversa quando alguém está falando. 

Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. 

Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.

Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros.

Concordei com grande alegria, e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva.

Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:

- Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?

Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.

- Isso mesmo... - disse ele. É uma carroça vazia...

De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:

- Como pode o senhor saber que está vazia?

- Ora, é muito fácil saber que é uma carroça vazia. Sabe por quê?

- Não! - respondi intrigado.

Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:

- Por causa do barulho que faz! Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar.

Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando 
eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque, e me ensinando:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!!!

Bom ... para excelentes entendedores, acredito que estas palavras bastam. Tenham um bom dia de domingo e uma excelente semana, já com o horário de verão.

Emerson