Pular para o conteúdo principal

Menina de 14 anos é presa acusada de botar as próprias fotos nua na internet


Caso é investigado em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Jovem publicou as fotos para o namorado ver, afirmou xerife.

Uma adolescente de 14 anos de Nova Jersey, nos Estados Unidos, está sendo acusada de pornografia infantil depois de ter publicado 30 fotos dela própria nua no site de relacionamentos MySpace.

O xerife Bill Maer afirmou que a adolescente publicou as fotos porque “ela queria que o namorado dela as visse”. “Consideramos este caso uma chamada para acordar os pais”, disse Maer À agência Associated Press.

A jovem, que não teve o nome revelado por ser menor de 18 anos, foi detida e acusada de possuir e distribuir material pornográfico infantil. Ela foi liberada mais tarde, sob custódia da mãe.

Caso seja condenada, a adolescente pode ficar presa até os 17 anos, segundo determina a Lei Megan.

“A garota precisa de ajuda, não de problemas com a Justiça”, defendeu Maureen Kanka, mãe da menina Megan, que foi sequestrada, estuprada e morta quando tinha 7 anos, em 1994. Após este caso, o estado criou a lei Megan em defesa do abuso contra as crianças e adolescentes. “Ela precisa de uma intervenção e conselhos, porque a única pessoa que ela explorou foi ela mesma”, disse Kanka.

O MySpace disse que não iria comentar a investigação da polícia local, mas avisou que tem uma equipe que acompanha a rede para retirar imagens inapropriadas.

Além de Nova Jersey, outros estados como Pensilvânia, Connecticut, Dakota do Norte, Ohio, Utah, Vermont, Virgína e Wisconsin estudam leis para proibir que além de publicar fotos pessoais na internet, as crianças e adolescentes também não possam, ou ao menos sejam punidas, caso enviem imagens delas próprias nuas via celular.

Fonte: G1.com.br

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Facebook: endereço de envio de intimações e/ou ordens judiciais

Achei interessante atualizar (fev/2018) esse post de outubro de 2011, visando deixar a informação mais correta e atualizada em relação aos procedimentos no Facebook: Várias pessoas me perguntam(vam) sobre o endereço do Facebook, que anunciou, em 2011, abrir um escritório no Brasil. Todo o procedimento de tratamento está explicado no nosso livro, escrito com o Dr. Higor Jorge: Crimes Cibernéticos - Ameaças e Procedimentos de Investigação. Veja como adquirir o livro: Como adquirir os livros? O resultado da pesquisa do registro do domínio nos remete a um escritório de registro de propriedade intelectual, porém, o escritório para envio de ordens judiciais e/ou intimações, além de requerimentos, é o seguinte: FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 700, 5º Andar, Bairro Itaim Bibi, São Paulo-SP, CEP 04542-000 - Fonte:  Jucesp Online Não sabíamos como seria o tratamento das informações e respostas às solicitações das chamadas

Estamos entre os melhores Delegados de Polícia, segundo Censos de 2017, 2018 e 2019

No ano de 2017 já havíamos sido agraciados com a distinção e citação dentre os melhores Delegados de Polícia na Categoria Jurídica.  Em 2018 e 2019, segundo o Portal Nacional dos Delegados , fomos novamente escolhidos, dentre os Melhores Delegados de Polícia do Brasil, na Categoria Gestão. Assim, ficamos muito lisonjeados pelo reconhecimento nacional em termos de gestão , especialmente pelo trabalho frente ao Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil, o CONCPC, e, também, da atividade de inteligência. Vejam a lista completa dos agraciados de 2019, clicando aqui . Seguimos em frente. Deixamos a Chefia da Polícia Civil do RS, deixamos a área de inteligência, porém na vamos continuar nos dedicando à atividade de Segurança Pública.

Livro Direito & TI: Cibercrimes: debates contemporâneos sobre a ciberciminalidade

Em 2019 lançamos outro livro com destaque na área de Direito e Tecnologia da Informação. A obra Direito & TI: cibercrimes  contou com a participação de inúmeros autores do Brasil, México e Portugal. O release do livro: A cibersegurança é uma preocupação global, e as legislações têm muito a evoluir, pois a sociedade espera que o Direito resolva os problemas da Tecnologia da Informação, efetivando um controle sobre as condutas, quando essa perspectiva não é realista. O Direito tem a possibilidade de contingenciar os riscos do dia a dia de qualquer atividade, e, especialmente, o Direito Penal, deve ser a última razão de contingenciamento, estabelecendo a conduta e penas respectivas àquelas condutas que trazem danos aos dados ou a informação. Os autores: Emerson Wendt (organizador), Alberto Enrique Nava Garcés, Alesandro Gonçalves Barreto, Andrey Henrique Andreolla, David Augusto Fernandes, Diana Zanatta, Fernanda Brandt, Gabriel Araújo Souto, Iago de Pádua Grillo, Manuel David Massen