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Polícia Civil lança cartilha contra crimes virtuais

Documento elaborado pela Divisão de Repressão aos Crimes de Alta Tecnologia da Polícia Civil do Distrito Federal enumera todos os delitos praticados por meio da internet

A Polícia Civil acaba de lançar, no DF, uma cartilha com dicas e orientações na prevenção dos crimes cibernéticos planejados, realizados e difundidos no ambiente virtual que foi elaborada pela Divisão de Repressão aos Crimes de Alta Tecnologia (Dicat). Além disso, a cartilha fornece orientações de como as pessoas devem agir ao fazer compras virtuais, informar dados pessoais, documentos e, ainda, confirmar a compra das mercadorias pela rede.

Também são destacados no texto, acesso a links, mensagens, comunidades virtuais ou até mesmo instituições bancárias, que geralmente são alvo de fraude por parte dos internautas. Os perigos da navegação e a necessidade de monitorar crianças e adolescentes durante o acesso a sites e páginas com conteúdo inadequado também são temas abordados pela cartilha que pode ser encontrada, acessando o site: www.pcdf.df.gov.br.

Este tema vem preocupando, as autoridades em todo o mundo, a ponto de já ter sido criado o Dia da Internet Segura que, desde 2004, é comemorado a 10 de fevereiro. Este ano, o Brasil e mais 64 países participaram do evento. “Os organizadores acreditam que parcerias entre atores institucionais, públicos e privados são fundamentais para garantir o uso positivo dessas novas tecnologias, bem como reduzir os riscos decorrentes de comportamentos perigosos ou abusivos”.
Esta informação foi dada pela SaferNet Brasil que é uma associação com atuação nacional, sem fins lucrativos ou econômicos, fundada em 2005, por um grupo de cientistas da computação e também voltada ao combate à pornografia infantil.

Ainda segundo a entidade, o crime virtual mais comum, atualmente, é o roubo de identidade. Com ele, pessoas mal-intencionadas se apoderam de informações da vítima para fazer compras on-line ou realizar transferências financeiras indevidas, mas, embora em uma proporção menor, estão crimes como pedofilia e difamação. Segundo a polícia, as pessoas que usam a informática para roubar identidades podem responder por estelionato, furto mediante fraude, intercepção de dados, quebra de sigilo bancário e formação de quadrilha.

Fonte: Jornal Coletivo:

Acesse aqui para ver o conteúdo da Cartilha da PCDF.

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