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Entrevista: Aplicativo mapeia assaltos em Porto Alegre

Programa aponta lugares onde ocorreram os assaltos
Fonte: Band/RS
Reproduzo notícia divulgada pela Band/RS, mais especificamente pelo Metro Porto Alegre, referente a um novo aplicativo, para dispositivos com iOS, para pontuar locais de assaltos, furtos etc.

B.O. Coletivo quer divulgar locais de violência e proteger as pessoas

Os cartazes colados nos pontos onde alguém foi roubado escritos “Aqui fui assaltado” ganharam uma versão digital. A iniciativa colaborativa B.O. Coletivo lançou ontem um aplicativo de mesmo nome gratuito para iPhone, que visa mapear os locais onde os assaltos são cometidos e alertar os demais usuários. O recurso será disponibilizado para o sistema Android até o fim do mês.

Projetado há dois meses, o aplicativo pretende evitar que novos assaltos ocorram em locais onde o delito já foi realizado. “No cartaz bate chuva, vento, alguém arranca. No meio digital a informação dura muito tempo”, explica o idealizador do programa, Ricardo Maluf, da capital.

O usuário só precisará baixá-lo na Apple Store que passa a ficar automaticamente inserido no sistema. Para comunicar uma denúncia, basta enquadrá-la entre as opções roubo, furto, sequestro ou outros e dar uma breve descrição do que ocorreu. Além de telefones como o da Polícia Civil, Militar, Samu e Corpo de Bombeiros, o aplicativo também tem links diretos para registrar o boletim de ocorrência on-line em delegacias de polícia.

Como utiliza o Google Maps, o mecanismo criado em Porto Alegre pode ser utilizado em qualquer canto do mundo. No primeiro dia do B.O. Coletivo, os criadores surpreenderam-se com o volume de denúncias de assaltos vindas de Maceió.

Denúncias online

Por meia das ocorrências registradas, a Polícia Civil já realizou um mapeamento das regiões de risco. De acordo com o diretor do Gabinete de Inteligência e Assuntos Estratégicos da Polícia Civil, delegado Émerson Wendt, informações minuciosas dos assaltos não costumam chegar pela internet. Por enquanto apenas sete tipos de ocorrências podem ser feitas online, mas Wendt informa que a intenção é de uma ampliação para 25 tipos.

“Todo o sistema depende da interação com a desenvolvera, mas já há um estudo para aprimorar”, relata o delegado.

Fonte: Band/RS, neste link.

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